segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

reLAÇOes - Parte I

por Nathalia Motta

Depois de cinco dias inteirinhos com a galera no ConPrat2012, ouvindo as inúmeras conversas sobre relacionamentos, decidi escrever sobre o assunto. Por ser uma assunto meio extenso, vou dividir em alguns textos.

A primeira coisa que me vem à mente é a idéia que o mundo tem sobre isso. Com certeza você já tece ter sido bombardeado com a onda de ficar e uma galerinha andou me perguntando porque é errado ficar.

Bom, um artigo de José Sterza Justo para a Revista do Departamento de Psicologia da UFF traz uma definição do que é ficar. Segundo ele "o ficar é um relacionamento afetivo bastante popular entre os adolescentes e caracteriza-se por ser breve, passageiro, imediatista, volátil e descompromissado. Vive-se hoje uma condição de aceleração do tempo, alargamento de espaço e movimentação humana sem precedentes, impeditiva de vinculações psicossociais estáveis e prolongadas em todos os planos da vida: do amor ao trabalho."

Antes de qualquer coisa, vamos esclarecer alguns aspectos no nosso bom e velho português.
Breve - que dura pouco tempo;
Passageiro - que é pouco importante;
Imediatista - tendência para o que é de obtenção, compreensão ou vantagem imediata;
Volátil - volúvel, inconstante;
Descompromissado - que não tem relação de casamento ou de namoro com ninguém.

A pergunta é porque uma pessoa que é compromissada com o evangelho iria querer um relacionamento com essas características? Os valores do mundo não podem te fazer esquecer seus princípios. Ser autêntico, nadar contra a maré, fazer a diferença nesta geração é isso: não ser contaminado com os valores deste mundo.

"Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela transformação de sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus."
Romanos 12.2

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